11/08/2016 12:25 pm

Postos de fiscalização agropecuária recebem equipamentos e novo ciclo de treinamento

Diretor de Defesa e Inspeção Vegetal, Roberval Raposo Júnior, durante capacitação dos funcionários do Posto Fixo de Fiscalização da Estiva, na quinta-feira (04).

Diretor de Defesa e Inspeção Vegetal, Roberval Raposo Júnior, durante capacitação dos funcionários do Posto Fixo de Fiscalização da Estiva, na quinta-feira (04).

Para evitar que produtos clandestinos de origem animal ou vegetal entrem no estado e comprometam a saúde pública, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) está investindo na formação continuada de servidores e promovendo melhorias estruturais nas barreiras. De 04 a 12 de agosto, os Postos Fixos de Fiscalização Agropecuária da Estiva, de Pirangi e de Boa Vista do Gurupi receberam novos equipamentos e passaram pelo segundo ciclo de treinamento do ano. Até o fim do mês, as outras quatro barreiras do estado também serão beneficiadas.

“Quando a gestão atual fez a primeira visita aos postos de fiscalização, nossos funcionários pediram atenção. Agora, além da formação continuada que eles haviam solicitado e iniciamos desde o ano passado, também estamos entregando ferramentas modernas de trabalho, como termômetros com laser para avaliar as condições dos alimentos, e uma série de equipamentos de identificação e proteção”, explica a Diretora de Defesa e Inspeção Animal, Viviane Correa da Silva.

Em maio, os técnicos de fiscalização que atuam nas barreiras já haviam recebido orientações sobre abordagem correta e proteção pessoal, em uma parceria da Aged com a Polícia Militar do Maranhão. No novo módulo, o foco é a capacitação dos funcionários quanto aos procedimentos de verificação de produtos de origem animal, à documentação exigida e à legislação da área. No setor vegetal, além da legislação e da documentação exigida para o transporte de cargas vegetais, também estão sendo abordadas pragas quarentenárias, isto é, pragas de outros países ou regiões que podem apresentar um risco para a agricultura local.

“Essas barreiras zoofitossanitárias são o nosso cartão de visita. São elas que controlam a entrada de animais e de todos os vegetais no Estado. Então temos que exigir todos os certificados sanitários para garantir que a entrada de alimentos, animais e vegetais não vai trazer nenhum agravo para a saúde da população”, destaca o presidente da Aged, Sebastião Anchieta.

 

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