19/02/2019 6:18 pm

AGED realiza defesa sanitária vegetal e contribui com o desenvolvimento social em atuação no Programa Maranhão Verde

Com o objetivo de gerar benefícios ambientais e sociais e garantir a defesa sanitária vegetal, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED) realizou uma ação de fiscalização das mudas do Programa Maranhão Verde, gerido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA). Esta parceria entre os dois órgãos contribui também para a promoção da cidadania, melhoria das condições de vida e elevação da renda da população em situação de extrema pobreza que residem na Unidade de Conservação Estadual do Bacanga, uma vez que garante que as mudas que serão utilizadas no reflorestamento pelas famílias participantes do programa terão a qualidade fitossanitária necessária para o bom desenvolvimento.

O Programa Maranhão Verde, instituído pela Lei Estadual nº 10.595, de 24 de maio de 2017 e regulamentado pelo Decreto Estadual nº 32.969, de 5 de junho de 2017, é destinado a fomentar e desenvolver projetos voltados para apoio à conservação e recuperação ambiental, envolvendo a participação das famílias beneficiárias selecionadas, as quais recebem a “Bolsa Maranhão Verde” como Pagamento pelos Serviços Ambientais Prestados (PSA’s), conforme Termo de Adesão assinado junto à SEMA após participarem de seleção através de Edital de Chamamento Público.

“Todas essas mudas plantadas pelas famílias selecionadas estão sendo cuidadas nos viveiros construídos pelo Programa, e serão instrumentos de reflorestamento por todo o Parque Estadual do Bacanga, que tanto já sofreu com a degradação praticada pelo homem”, disse o Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais,” afirmou  Marcelo Coelho, Secretário estadual de meio ambiente.

As famílias beneficiárias deste Programa desenvolvem atividades de conservação e recuperação dos recursos naturais, principalmente a produção de mudas e reflorestamento de espécies nativas, em áreas previamente definidas, as quais podem ser: unidades de conservação, territórios ocupados por ribeirinhos, extrativistas e comunidades tradicionais, além de outras áreas definidas como prioritárias por ato do Poder Executivo. O Programa objetiva, ainda, promover a capacitação ambiental, social, educacional, técnica e profissional da população beneficiária.

“A aged entende a importância deste projeto e estará atuando não só nesse momento de fiscalização junto a SEMA, mas também sempre que for necessário para garantir que as mudas que serão utilizadas tenham a condição ideal para alcançar bons resultados.” Frisou Fabiola Ewerton, Presidente da AGED.

 

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